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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Para um dia te recordar...
"Se o teu sorriso fosse comparável, comparava-o com o sol que nasce todos os dias e ilumina a minha vida...
Se o teu olhar fosse comparável, comparava-o com o brilho das estrelas que me guiam na escuridão da noite... mas nada em ti é comparavel, pois a tua doçura e ternura, a tua beleza, tudo em ti é único!"
Obrigada meu amigo pelas palavras lindas :)
Adorei!
domingo, 7 de outubro de 2007
É nestes momentos
Parados... mortos
Que a saudade me ataca
Sem qualquer tipo de piedade
Como uma droga
Que silênciosamente me chama
E eu
em ressaca, luto para resistir
É tão dificil...
está a ser tão dificil...
A gota de mar continua a acompanhar-me
Agora, não apenas uma
Outras se lhe juntaram..
Perguntei-lhes:
"Querem formar um oceano?"
Parados... mortos
Que a saudade me ataca
Sem qualquer tipo de piedade
Como uma droga
Que silênciosamente me chama
E eu
em ressaca, luto para resistir
É tão dificil...
está a ser tão dificil...
A gota de mar continua a acompanhar-me
Agora, não apenas uma
Outras se lhe juntaram..
Perguntei-lhes:
"Querem formar um oceano?"
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Em recuperação...
Estou a tornar-me um pouco repetitiva, mas não posso deixar de agradecer a todas as pessoas que por lerem o meu blog, ou por conhecerem o motivo, me têm dado força e se têm mostrado preocupados.
Não há motivos para preocupação.. estou apenas em recuperação. Acho que esta é a palavra que mais se adequa. Preciso de um tempo para estar sossegadita no meu canto, a "lamber as feridas"...
Não há motivos para preocupação.. estou apenas em recuperação. Acho que esta é a palavra que mais se adequa. Preciso de um tempo para estar sossegadita no meu canto, a "lamber as feridas"...
Finalmente tomei uma decisão, que é a mais acertada e a melhor para mim e para o meu amor próprio.
Agora sinto-me tranquila, sei que tentei... isso tentei...
... tentei e lutei e suei de tanto tentar lutar pelo que queria... dei tudo o que tinha e podia dar... mas não foi o suficiente...
Até que um dia desisti... acordei do sonho em que vivia e senti que era uma luta só minha...
...e desisti.
Todos devemos lutar pelo que queremos, lutar com todas as forças, contra tudo e todos, enquanto acreditamos... mas sem nunca, nunca perder o amor e respeito que temos por nós próprios.
Quando deixamos de acreditar... quando o próximo passo é a "auto mutilação", o melhor é deixar ir... desistir....
Quando deixamos de acreditar... quando o próximo passo é a "auto mutilação", o melhor é deixar ir... desistir....
Estou na fase da ressaca... da recuperação.... mas vai passar!! Não vou, nem quero ficar agarrada eternamente a uma ilusão. E sinto-me orgulhosa por ter dado o grande passo que foi tomar consciência... foi muito bom enquanto durou, mas não passou do faz de conta e eu agora quero viver.
Voltarei em breve.
Até já...
domingo, 30 de setembro de 2007
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Momentos
Aqui sentada
Deixo o tempo passar lentamente
O som do tic-tac do relógio perturba-me
Nesta tentativa que faço
De sentir paz
Fecho os olhos
E imagino que estou longe daqui
Sem o barulho dos carros a passar lá fora
Sem as pessoas nos seus passos apressados a sair para o trabalho
Por breves momentos
Consigo ouvir com dificuldade o pio de uma ave
Um dos únicos sons que me ajuda a catapultar
Para o mundo de serenidade que tanto ânseio
Faço mais uma tentativa e abstraio-me
Abstraio-me de tudo o que me rodeia e perturba
E concentro-me no pio quase indefinido da ave lá fora
Deixo de ouvir os carros
a correria das pessoas
o tic-tac interminável do relógio
Agora tudo à minha volta mudou
Não oiço nada
Só a visão me presenteia com uma paisagem de sonho
De frente encontra-se o mar
Calmo
As ondas banham suavemente a areia da praia deserta
Perscrutando cada direcção
percebo que me encontro só
sentada nas dunas
O profundo silêncio surpreende-me
o mar continua o seu movimento natural de vai e vem
Mas não é emitido um único som
No céu não se vislumbram as habituais gaivotas
Apenas céu, mar e areia
Finalmente, neste cenário de tranquilidade
sinto uma estonteante paz interior
e liberto a minha mente
És tu quem surge de imediato
Visualizo-te
Sinto o teu cheiro
Recordo o teu sorriso
E estremeço pela ânsia do teu abraço
Fico assim, perdida em memórias
e em fragmentos do que passámos
Sinto-me bem, não quero sair daqui
desta tranquilidade
deste mundo de ilusão.
Inesperadamente a audição desperta com o som de uma buzina
Tudo se dissipa
Regressa o ruído insistente dos carros
pessoas
volta o tic-tac
Abro os olhos
Nada resta do cenário de tranquilidade
À excepção deste líquido salgado
que lentamente me assoma aos lábios
Talvez a saudade...
Ou quem sabe uma gota de mar perdida
Que teima em me acompanhar neste mundo real.
Deixo o tempo passar lentamente
O som do tic-tac do relógio perturba-me
Nesta tentativa que faço
De sentir paz
Fecho os olhos
E imagino que estou longe daqui
Sem o barulho dos carros a passar lá fora
Sem as pessoas nos seus passos apressados a sair para o trabalho
Por breves momentos
Consigo ouvir com dificuldade o pio de uma ave
Um dos únicos sons que me ajuda a catapultar
Para o mundo de serenidade que tanto ânseio
Faço mais uma tentativa e abstraio-me
Abstraio-me de tudo o que me rodeia e perturba
E concentro-me no pio quase indefinido da ave lá fora
Deixo de ouvir os carros
a correria das pessoas
o tic-tac interminável do relógio
Agora tudo à minha volta mudou
Não oiço nada
Só a visão me presenteia com uma paisagem de sonho
De frente encontra-se o mar
Calmo
As ondas banham suavemente a areia da praia deserta
Perscrutando cada direcção
percebo que me encontro só
sentada nas dunas
O profundo silêncio surpreende-me
o mar continua o seu movimento natural de vai e vem
Mas não é emitido um único som
No céu não se vislumbram as habituais gaivotas
Apenas céu, mar e areia
Finalmente, neste cenário de tranquilidade
sinto uma estonteante paz interior
e liberto a minha mente
És tu quem surge de imediato
Visualizo-te
Sinto o teu cheiro
Recordo o teu sorriso
E estremeço pela ânsia do teu abraço
Fico assim, perdida em memórias
e em fragmentos do que passámos
Sinto-me bem, não quero sair daqui
desta tranquilidade
deste mundo de ilusão.
Inesperadamente a audição desperta com o som de uma buzina
Tudo se dissipa
Regressa o ruído insistente dos carros
pessoas
volta o tic-tac
Abro os olhos
Nada resta do cenário de tranquilidade
À excepção deste líquido salgado
que lentamente me assoma aos lábios
Talvez a saudade...
Ou quem sabe uma gota de mar perdida
Que teima em me acompanhar neste mundo real.
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